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LEGISLAÇÃO
Portarias SUP/DER-14 de 04/04/03
Acolhe o relatório técnico elaborado pela FIPAI que fixa em 65 t o PBT máximo para Rodotrens no estado de SP

Portarias 54/55/56 do Denatran
Anulam as Portarias que concederam Autorização Especial de Trânsito, em caráter experimental, às empresas Michelon, Pierino Gotti e Noma

:: Decisão Normativa nº 32
Estabelece procedimentos para a Emissão e fiscalização de Autorização Especial de Trânsito (AET), para Combinações de Veículos de Cargas - CVCs, que necessitam trafegar em rodovias sob Jurisdição do DAER.

Portaria 87/2002 do DER/SP
Acolhe estudo técnico preliminar da FIPAI e com base neste autoriza por 60 dias CVCs do tipo rodotrem a circularem com PBT máximo de 65 toneladas.

:: Portaria 60/2002 do DER/SP
Prorroga prazos previstos na Portaria SUP/DER-036-12/04/2002, alterada pela Portaria SUP/DER-045-24/06/2002, nas condições que especifica.(3.3)

::

Portaria 51/2002 do DER/SP
Prorroga prazos previstos na Portaria SUP/DER-036-12/04/2002, alterada pela Portaria SUP/DER-045-24/06/2002, nas condições que especifica.(3.3)

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Portaria 45/2002 do DER/SP
Altera redação do Capítulo III da Norma para o Trânsito de Combinação de Veículos de Carga - CVC’s - nas Rodovias sob Jurisdição do DER, aprovada pela Portaria SUP/DER-036-12/04/2002

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Portaria 36/2002 do DER/SP
Estabelece as Normas para circulação de bitrens no estado de SP

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Portaria 14/2002 do DER/SP
Fixa nova tarifa para AET de Bitrem no estado de SP

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Portaria 19/2002 do DENATRAN
Suspende as concessões da Autorização Especiais de Trânsito - AET's para novas Combinações de Veículos de Carga - CVC, de nove eixos, com comprimento inferior a 24m

Parecer da FIPAI
CVC's com 74 toneladas e 19,80m podem ser prejudiciais para as obras com TB-24 (norma antiga) e TB-30 (norma atual)

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Carta n.º 316/02 do diretor de operações da Ecovias dos Imigrantes
Estabelece restrições à circulação de CVC's no SAI

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Resoluções 603/82

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Resolução 777/93

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Resolução 12/98

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Resolução 68/98

::

Resolução 76/98

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Resolução 104

::

Resolução 105

:: Resolução 114
:: Portarias 171/99
:: Portarias 175/99
::

Portaria 12/02


Estudos publicados sobre CVC's

Restrição à Circulação de Rodotrem em São Paulo

Restrição à Circulação de Bitrem no Rio Grande do Sul

Estabilidade Lateral de Conjuntos de Veículos de Carga

Avaliação dos Possíveis Impactos da Resolução 164/ 04 do CONTRAN, nas Condições de Tráfego das Rodovias Brasileiras

Estudo da Tecnicalc para o SETCEPAR: avaliação do efeito dos novos veículos circulantes nas rodovias brasileiras sobre as pontes e viadutosstudo do DAER/Lastran - UFRGS sobre influência do tráfego de CVC's sobre os pavimentos

Estudo do DAER/Lastran - UFRGS sobre influência do tráfego de CVC's sobre os pavimentos

Estudo do DER/Fipai - USP sobre impacto das CVC's sobra as obras-de-arte especiais

Decisões do Grupo de Trabalho sobre Bitrens

Nota Técnica do Denatran sobre Autorizações para Bitrens

Bitrem e outras questões: em defesa do consenso

Em defesa do bitrens de 9 eixos e da flexibilização das CVCs

Qual a diferenção entre bitrem e rodotrem e outras CVC's?

Bitrem reduz custos em até 16%, segundo o consultor Neuto Gonçalves

Quais são os tipos de acoplamento utilizados no Brasil?

Quais são os tipos de CVC's permitidas?

Vantagens das CVC's x Carretas Tradicionais

  • Aumento da carga transportada por cavalo-trator / motorista, dois dos principais componentes de custo do transporte rodoviário de cargas. Veja no quadro abaixo as principais diferenças:
Vantagens das CVCs
Acréscimo de carga Transportada Economia de Combustível Economia de Pneus
Implemento Trator Motorista Diesel Pneus PBTC carga líquida bitrem rodotrem bitrem bitrem
Carreta Convencional - cavalo 4x2 1 1 - 18 41,5 25,0 48% 100% 34% 40%
Carreta Convencional - cavalo 6x2 1 1 - 22 48,5 30,0 27% 67% - -
Bitrem 57 toneladas - cavalo 6x2 1 1 - 26 57,0 38,0 - 32,0% - -
Rodotrem 74 toneladas - cavalo 6x4 1 1 - 34 74,0 50,0 - - - -
  • Conservação da malha rodoviária: o conjunto bitrem distribui a carga de uma forma mais equilibrada, resultando em danos menores ao pavimento via-a-vis uma carreta convencional
  • Redução de caminhões no trânsito com consequente redução do desgaste ao pavimento, do número de acidentes, da emissão de poluentes, etc.
  • Os pneus de uma carreta de rodotrem rodam na primeira vida 200 mil quilômetros, enquanto que os pneus da carreta de três eixos fazem apenas 120 mil quilômetros.

Conheça aqui o bitrem da Michelon

Qual a diferença entre bitrem e rodotrem?

Bitrem (vide figura abaixo) é uma combinação de veículos de carga composta por um total de sete eixos, o que permite o transporte de um peso bruto total combinado PBTC de 57 toneladas. Os semi-reboques dessa combinação são interligados por um engate do tipo B (quinta-roda) e podem ser tracionados por um cavalo-mecânico 6x2 (trucado).

Já o rodotrem (vide figura abaixo) é um combinação de veículos de carga (dois semi-reboques) composta por um total de 9 eixos que permite o transporte de um peso bruto total combinado (PBTC) de 74 toneladas. Os dois semi-reboques dessa combinação são interligados por um veículo denominado dolly, que possui a característica de acoplar no semi-reboque dianteiro por um engate do tipo A (engate automático e com cambão) e fazer a ligação com o semi-reboque traseiro através de um engate do tipo B (quinta-roda)> essa combinação só pode ser tracionada por um cavalo-mecânico 6x4 (traçado) e necessita de um trajeto definido para obter Autorização Especial de Trânsito (AET).

Por definição o bitrem é um conjunto que possui duas articulações (quinta-roda do caminhão e a quinta-roda do semi-reboque dianteiro) e o rodotrem é um conjunto que possui três articulações (quinta-roda do caminhão, engate dianteiro do dolly e quinta-roda do dolly).

O que é um tri-trem?

É uma combinação de veículo de carga - CVC - formada por três semi-reboques interligados através de quinta roda, ou seja com engates do tipo B, como acontece na combinação bi-trem. Esta CVC possbilita um PBTC de 74 toneladas, a mesma do rodotrem, mas, devido às características específicas, são desenvolvidas especialmente para o transporte florestal e canavieiro.

Outras definições

Romeu e Julieta é um caminhão que traciona reboque;

Bitrem é um cavalo tracionando dois semi-reboques, engatados entre si por meio de uma segunda quinta-roda;

Tritrem é um cavalo tracionando três semi-reboques engatados por meio duas quintas-rodas;

Rodotrem é um cavalo tracionando dois semi-reboques acoplados por meio de um dolly intermediário;

Treminhão é um caminhão tracionando dois ou mais reboques, engatados por meio de ralas.

Tipos de Acoplamento (dole)

O dole A usa uma barra de tração com um único ponto de conexão

A conexão tipo B não tem dole, mas tem uma 5ª roda no 1º semi-reboque

O dole C tem duas barras paralelas e dois pontos de conexão

As CVCs permitidas pela Resolução 68 são as seguintes:

  • Romeu e Julieta com 19,80 m, com 50 e 57 t (seis e sete eixos)
  • Bitrem biarticulado com 7 eixos, 19,80 m e 57 t (3 tandens duplos)
  • Tritrem triarticulado com 9 eixos, até 30 m (trator trucado e 3 carretas de dois eixos
  • Treminhão de 8 eixos, até 30 m e 63 t (caminhão trucado e 2 carretas de dois eixos)
  • Rodotrem de 9 eixos, até 30 m e 74 (cavalo trucado 6x4, duas carretas de dois eixos e dolly intermediário de 2 eixos

Embora se saiba que o engate por quinta roda (também chamado de trem B) seja o mais seguro acoplamento existente, a Resolução 68 não permite o uso desta configuração com tandem triplo. Exemplo: bitrem de 9 eixos (hoje, experimental) ou bitrem de 8 eixos.

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Saiba Mais...

Fatores que induziram ao uso das CVC´s?

Quais as vantagens das CVC's sobre as carretas tradicionais?

Que tipos de combinações estão autorizadas?

Que combinações são mais apropriadas para nossas rodovias?

Quais os principais tipos de acoplamento para bitrem?

Tendências para o bitrem

Quais os requisitos para certificação da CVC?

Requerimento de Autorização Especial de Trânsito?

Quais as restrições à circulação no Estado de São Paulo?

Quais os horários permitidos para a circulação?

Onde requerer AET para bi-trens e rodotrens?

Tipos de acoplamento

Cálculo de Sobrelarguras de Veículos Combinados Típicos pela Fórmula da SAE/WHI

Quantos Bitrens há em Circulação no Brasil?

Qual a Participação de Mercado do Bitrem sobre as Outras Composições?

Qual a Participação de Bitrem no Segmento de Combustíveis?

Qual a Participação de Bitrem no Segmento de Granéis?

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